Uma TV danificada pelas chamas foi encontrada na área do museu olímpico; perícia vai determinar as causas do incêndio
O incêndio que destruiu a cobertura do Velódromo do Parque Olímpico, na zona sudoeste do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (8), pode ter começado em uma sala imersiva.
O subcomandante do Corpo de Bombeiros, coronel Luciano Sarmento, disse ter encontrado uma TV danificada pelas chamas na área do museu olímpico.
Sarmento explicou que isso sugere que o fogo tenha começado ali. No entanto, somente a perícia poderá determinar as causas do incêndio.
Segundo o militar, a atuação rápida no interior da edificação impediu que as chamas se espalhassem. Com isso, tanto a pista do velódromo como o museu foram preservados.
O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, visitou o local afetado e avaliou que houve um “impacto mínimo”.
Inclusive, o prefeito citou que o sistema de segurança instalado após o incêndio provocado por um balão, em 2017, ajudou a preservar a área neste incidente.
Ao menos 80 bombeiros de dez quartéis atuam na ocorrência. O combate às chamas foi acionado por volta das 4h17. Quase quatro horas depois, o fogo já era considerado controlado.
A necessidade de reformas e a reabertura das instalações ainda serão avaliadas ao longo do dia. A Escola Municipal Isabel Salgado, que fica no Parque Olímpico, teve as aulas suspensas nesta manhã.
Localizado no Velódromo do Parque Olímpico, o Rio Museu Olímpico foi inaugurado em 2025. O espaço cultural tem como objetivo conservar o legado dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O local guarda um acervo de 1.000 peças.

